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Se você recebeu o diagnóstico de autismo leve para o seu filho, é bem provável que já tenha ouvido algo assim: “Como é leve, não tem direito ao BPC.”
Essa frase é mais comum do que deveria. E, na prática, ela faz muitas mães desistirem antes mesmo de tentar.
O problema é que isso não está correto.
E entender isso pode fazer toda a diferença.
Existe uma ideia muito difundida de que apenas casos graves de autismo dão direito ao benefício.
Mas a lei não fala em “grau leve”, “moderado” ou “grave”.
O que realmente importa é outra coisa: o impacto que o autismo causa na vida da criança e da família.
Isso significa que, mesmo sendo considerado leve, o autismo pode sim gerar direito ao BPC, desde que exista:
Na prática, o que acontece com frequência é o seguinte: o perito do INSS olha o diagnóstico vê a palavra “leve”e conclui que não há direito.
Só que essa análise está incorreta.
Porque o autismo não se resume a um rótulo.
Mesmo em casos considerados leves, podem existir:
E quando isso não é demonstrado corretamente o benefício acaba sendo negado.
Muitas pessoas associam o termo “leve” a algo simples, quase irrelevante.
Mas quem vive essa realidade sabe que não é assim.
Na prática, o que existe é uma dificuldade que pode não ser visível à primeira vista, mas que impacta o dia a dia de forma constante.
E isso pode interferir diretamente:
É justamente esse impacto que precisa ser demonstrado.
A maioria das negativas não acontece porque não existe direito.
Ela acontece porque:
E você nem imagina como existem peritos que não entendem nada sobre o autismo.
Isso faz com que o INSS entenda que a situação não se enquadra nos critérios do benefício.
Quando a mãe acredita que não tem direito, ela simplesmente não busca o benefício.
E, com isso:
Tudo isso baseado em uma ideia que não corresponde à realidade.
A resposta correta é: depende do caso e das provas que você tiver.
Mas não depende do “grau leve”.
Depende de:
Se você está nessa situação, o ponto mais importante não é apenas saber que existe a possibilidade de direito.
É saber que esse direito precisa ser demonstrado da forma correta.
Isso envolve:
Sem isso, o risco de negativa é alto.
Se alguém já te disse que, por ser leve, o autismo não dá direito ao BPC, vale a pena repensar essa informação.
Porque, na prática, muitos casos que seriam considerados “leves” acabam sendo reconhecidos como aptos ao benefício quando analisados corretamente.
Aqui no escritório já conseguimos o beneficio para crianças nestas condições.
O autismo leve não exclui, por si só, o direito ao BPC.
O que define isso é o impacto real da condição na vida da criança e da família.
O problema é que, quando essa realidade não é bem apresentada, o benefício pode ser negado ou sequer solicitado.
Por isso, antes de tomar qualquer decisão, o mais importante é entender o seu caso com cuidado.
Porque, muitas vezes, o que parece não ser um direito… na verdade, pode ser — só não foi demonstrado da forma certa.
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